Angola defende português como língua de trabalho do IOI

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A República de Angola reiterou, terça-feira, em Nova Iorque (Estados Unidos da América), a inclusão do Português como língua de trabalho do Instituto Internacional dos Provedores de Justiça (IOI).

A reafirmação foi feita pela provedora de Justiça de Angola, Florbela Araújo, durante a reunião dos directores do IOI, Região África, que decorreu no Fórum Cultural Austríaco, orientado pela presidente regional e provedora de Justiça do Quénia, Florence Kajuju.

No mesmo encontro foram analisados os desafios mais prementes desta zona e a acta da última reunião, realizada em Abril deste ano. Na intervenção, Florbela Araújo destacou a necessidade de maior domínio da Constituição da União Africana, para melhor conhecimento da Identidade Africana.

Florbela Rocha Araújo defendeu a mediação como um dos princípios fundamentais do provedor de Justiça. O encontro serviu também para identificar as questões a serem revistas no Memorando de Entendimento entre a Associação dos Provedores de Justiça e Mediadores de África (AOMA) e o Instituto dos Provedores de Justiça (IOI).

Factores como a falta de um Secretariado do IOI África e o pagamento atempado das quotas continuam a ser os maiores desafios da Região.

De acordo com a presidente Regional, Florence Kajuju, citado em nota de imprensa da Provedoria de Justuça, é preocupação do IOI África contribuir com formações contínuas, afim de capacitar cada vez mais os “Ombudsman” africanos.

A reunião contou com a participação das 4 directoras da Região África, nomeadamente do Quénia, Florence Kajuju, de Angola, Florbela Rocha Araújo, da Zâmbia, Caroline Sokoni e da África do Sul, Busisiwe Mkhwebane.

O acto central da reunião anual do IOI acontece, hoje, quarta-feira, dia 11, em sede do Conselho de Administração.

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